sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Nise da Silveira - minha maior heroína!

Nise da Silveira (Maceió, 15 de fevereiro de 1906Rio de Janeiro, 30 de outubro de 1999) foi uma renomada médica psiquiatra brasileira, aluna de Carl Jung.
Dedicou sua vida à psiquiatria e manifestou-se radicalmente contrária às formas agressivas de tratamento de sua época, tais como o confinamento em hospitais psiquiátricos, eletrochoque, insulinoterapia e lobotomia.

Índice


Formação

Sua formação básica realiza-se em um colégio de freiras, na época, exclusivo para meninas, o Colégio Santíssimo Sacramento, localizado em Maceió, AL. Seu pai foi jornalista e diretor do "Jornal de Alagoas".[1][2]
De 1921 a 1926 cursa a Faculdade de Medicina da Bahia, onde formou-se como a única mulher entre os 157 homens desta turma. Está entre as primeiras mulheres no Brasil a se formar em Medicina.[1] Casa-se nesta época com o sanitarista Mário Magalhães da Silveira, seu colega de turma na faculdade, com quem vive até seu falecimento em 1986. Em seu trabalho ele aponta as relações entre pobreza, desigualdade, promoção da saúde e prevenção da doença no Brasil.
Em 1927, após o falecimento de seu pai, ambos mudam-se para o Rio de Janeiro, onde engajou-se nos meio artístico e literário.
Em 1933 estagia na clínica neurológica de Antônio Austregésilo.
Aprovada aos 27 anos num concurso para psiquiatra, em 1933 começou a trabalhar no Serviço de Assistência a Psicopatas e Profilaxia Mental do Hospital da Praia Vermelha.

Prisão


Spinoza (1632-1677).
Durante a Intentona Comunista foi denunciada por uma enfermeira pela posse de livros marxistas. A denúncia levou à sua prisão em 1936 no presídio da Frei Caneca por 18 meses.
Neste presídio também se encontrava preso Graciliano Ramos, assim ela tornou-se uma das personagens de seu livro Memórias do Cárcere.
De 1936 a 1944 permanece com seu marido na semi-clandestinidade, afastada do serviço público por razões políticas. Durante seu afastamento faz uma profunda leitura reflexiva das obras de Spinoza, material publicado em seu livro Cartas a Spinoza em 1995.

Centro Psiquiátrico do Engenho de Dentro


Gravura de William Hogarth representando um manicomio. O trabalho de Nise da Silveira é pioneiro na luta antimanicomial no Brasil.
Em 1944 é reintegrada ao serviço público e inicia seu trabalho no "Centro Psiquiátrico Nacional Pedro II", no Engenho de Dentro, no Rio de Janeiro, onde retoma sua luta contra as técnicas psiquiatricas que considera agressivas aos pacientes.
Por sua discordância com os métodos adotados nas enfermarias, recusando-se a aplicar eletrochoques em pacientes, Nise da Silveira é transferida para o trabalho com terapia ocupacional, atividade então menosprezada pelos médicos. Assim em 1946 funda nesta instituição a "Seção de Terapêutica Ocupacional".
No lugar das tradicionais tarefas de limpeza e manutenção que os pacientes exerciam sob o título de terapia ocupacional, ela cria ateliês de pintura e modelagem com a intenção de possibilitar aos doentes reatar seus vínculos com a realidade através da expressão simbólica e da criatividade, revolucionando a Psiquiatria então praticada no país.
O Museu de Imagens do Inconsciente

A biografia de Van Gogh é uma referência importante para os estudiosos interessados em compreender as possibilidades terapeuticas do trabalho criativo frente às perturbações emocionais.
Em 1952, ela funda o Museu de Imagens do Inconsciente, no Rio de Janeiro, um centro de estudo e pesquisa destinado à preservação dos trabalhos produzidos nos estúdios de modelagem e pintura que criou na instituição, valorizando-os como documentos que abrem novas possibilidades para uma compreensão mais profunda do universo interior do esquizofrênico.
Entre outros artistas-pacientes que criaram obras incorporadas na coleção desta instituição podemos citar: Adelina Gomes; Carlos Pertuis; Emygdio de Barros, e Octávio Inácio.
Este valioso acervo alimentou a escrita de seu livro "Imagens do Inconsciente", filmes e exposições, participando de exposições significativas, como a "Mostra Brasil 500 Anos".
Entre 1983 e 1985 o cineasta Leon Hirszman realizou o filme "Imagens do Inconsciente", trilogia mostrando obras realizadas pelos internos a partir de um roteiro criado por Nise da Silveira.
A Casa das Palmeiras
Poucos anos depois da fundação do museu, em 1956, Nise desenvolve outro projeto também revolucionário para sua época: cria a Casa das Palmeiras, uma clínica voltada à reabilitação de antigos pacientes de instituições psiquiátricas.
Neste local podem diariamente expressar sua criatividade, sendo tratados como pacientes externos numa etapa intermediária entre a rotina hospitalar e sua reintegração à vida em sociedade.
O auxílio dos animais aos pacientes

Ao perceber que a responsabilidade de cuidar de um animal e o desenvolvimento de laços afetivos pode contribuir para a reabilitação de doentes mentais, Nise da Silveira os incorporou a seu trabalho como co-terapeutas.
Foi uma pioneira na pesquisa das relações emocionais entre pacientes e animais, que costumava chamar de co-terapeutas.
Percebeu esta possibilidade de tratamento ao observar como um paciente a quem delegara os cuidados de uma cadela abandonada no hospital melhorou tendo a responsabilidade de tratar deste animal como um ponto de referência afetiva estável em sua vida.
Ela expõe parte deste processo em seu livro "Gatos, A Emoção de Lidar", publicado em 1998.

Pioneira da psicologia junguiana no Brasil


Os estudos de Jung sobre os mandalas atraíram a atenção de Nise da Silveira para suas teorias sobre o inconsciente.
Através do conjunto de seu trabalho, Nise da Silveira introduziu e divulgou no Brasil a psicologia junguiana.
Interessada em seu estudo sobre os mandalas, tema recorrente nas pinturas de seus pacientes, ela escreveu em 1954 a Carl Gustav Jung, iniciando uma proveitosa troca de correspondência.
Jung a estimulou a apresentar uma mostra das obras de seus pacientes que recebeu o nome "A Arte e a Esquizofrenia", ocupando cinco salas no "II Congresso Internacional de Psiquiatria", realizado em 1957, em Zurique. Ao visitar com ela a exposição, a orientou a estudar mitologia como uma chave para a compreensão dos trabalhos criados pelos internos.
Nise da Silveira estudou no "Instituto Carl Gustav Jung" em dois períodos: de 1957 a 1958; e de 1961 a 1962. Lá recebeu supervisão em psicanálise da assistente de Jung, Marie-Louise von Franz.
Retornando ao Brasil após seu primeiro período de estudos jungianos, formou em sua residência o "Grupo de Estudos Carl Jung", que presidiu até 1968.
Escreveu, dentre outros, o livro "Jung: vida e obra", publicado em primeira edição em 1968.

Reconhecimento internacional

Foi membro fundadora da Sociedade Internacional de Expressão Psicopatológica ("Societé Internationale de Psychopathologie de l'Expression"), sediada em Paris.
Sua pesquisa em terapia ocupacional e o entendimento do processo psiquiátrico através das imagens do inconsciente deram origem a diversas exibições, filmes, documentários, audiovisuais, cursos, simpósios, publicações e conferências.
Em reconhecimento a seu trabalho, Nise foi agraciada com diversas condecorações, títulos e prêmios em diferentes áreas do conhecimento, entre outras:
  • "Ordem do Rio Branco" no Grau de Oficial, pelo Ministério das Relações Exteriores (1987)
  • "Prêmio Personalidade do Ano de 1992", da Associação Brasileira de Críticos de Arte
  • "Medalha Chico Mendes", do grupo Tortura Nunca Mais (1993)
  • "Ordem Nacional do Mérito Educativo", pelo Ministério da Educação e do Desporto (1993)
Seu trabalho e idéias inspiraram a criação de museus, centros culturais e instituições terapêuticas similares às que criou em diversos estados do Brasil e no exterior, por exemplo:
  • o "Museu Bispo do Rosário", da Colônia Juliano Moreira (Rio de Janeiro)
  • o "Centro de Estudos Nise da Silveira" (Juiz de Fora, Minas Gerais)
  • o "Espaço Nise da Silveira" do Núcleo de Atenção Psico-Social (Recife)
  • o "Núcleo de Atividades Expressivas Nise da Silveira", do Hospital Psiquiátrico São Pedro (Porto Alegre, Rio Grande do Sul)
  • a "Associação de Convivência Estudo e Pesquisa Nise da Silveira" (Salvador, Bahia)
  • o "Centro de Estudos Imagens do Inconsciente", da Universidade do Porto (Portugal)
  • a "Association Nise da Silveira - Images de L'Inconscient" (Paris, França)
  • o "Museo Attivo delle Forme Inconsapevoli" (Genova, Itália)
O antigo "Centro Psiquiátrico Nacional" do Rio de Janeiro recebeu um sua homenagem o nome de "Instituto Municipal Nise da Silveira".

Obras publicadas


  • SILVEIRA, Nise da. Imagens do inconsciente. Rio de Janeiro: Alhambra, 1981.
  • SILVEIRA, Nise da. Casa das Palmeiras. A emoção de lidar. Uma experiência em psiquiatria. Rio de Janeiro: Alhambra. 1986.
  • SILVEIRA, Nise da. O mundo das imagens. São Paulo: Ática, 1992.
  • SILVEIRA, Nise da. Nise da Silveira. Brasil, COGEAE/PUC-SP 1992.
  • SILVEIRA, Nise da. Cartas a Spinoza. Rio de Janeiro: Francisco Alves. 1995.
  • SILVEIRA, Nise da. Gatos, A Emoção de Lidar. Rio de Janeiro: Léo Christiano Editorial, 1998.

Referências bibliográficas

Referências

  1. 1,0 1,1 Os 10 anos da morte de Nise da Silveira
    (html) (em português). Página visitada em 15/01/2010.
  2. Colégio de freiras, francês e disciplina. No ponto de exame, ela recitou Le Cid, de Corneille
    (pdf) (em português). Página visitada em 15/01/2010.

Ligações externas

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

“A única revolução possível é dentro de nós” - Mahatma Gandhi




Mahatma Gandhi

Mahatma Gandhi
Mahatma Gandhi em 1931
Nome completo
Mohandas Karamchand Gandhi
Nascimento
2 de Outubro de 1869

Porbandar


Flag of Imperial India.svg Índia Britânica
Morte
30 de Janeiro de 1948 (78 anos)

Nova Déli

Flag of India.svg União da Índia
Ocupação
advogado
Assinatura
Gandhi signature.svg



Mohandas Karamchand Gandhi (Devanagari मोहनदास करमचन्‍द गान्‍धी), mais conhecido popularmente por Mahatma Gandhi ("Mahatma", do sânscrito "A Grande Alma") (Porbandar, 2 de Outubro de 1869Nova Déli, 30 de Janeiro de 1948) foi um dos idealizadores e fundadores do moderno estado indiano e um influente defensor do Satyagraha (princípio da não-agressão, forma não-violenta de protesto) como um meio de revolução. (Ver também: Mahatmas).
O princípio do satyagraha, freqüentemente traduzido como "o caminho da verdade" ou "a busca da verdade", também inspirou gerações de ativistas democráticos e anti-racismo, incluindo Martin Luther King e Nelson Mandela. Freqüentemente Gandhi afirmava a simplicidade de seus valores, derivados da crença tradicional hindu: verdade (satya) e não-violência (ahimsa).



Eco-economia, é a salvação do mundo?!



Clique nos itens abaixo para leitura on-line

Agradecimentos
Prefácio

1 – A Economia e a Terra


2 – Sinais de Estresse: Clima e �?gua
3 – Sinais de Estresse: A Base Biologica


4 – A Feição da Eco-Economia
5 – A Criação de uma Economia Solar e de Hidrogênio
6 – Projeto para uma Nova Economia de Materiais
7 – Alimentando Todos Bem
8 – Protegendo os Produtos e Serviços Florestais
9 – Replanejando Cidades para pessoas


10 – Reduzir Fertilidade para Estabilizar Populações
11 – Ferramentas para a Reestruturação da Economia
12 – Acelerando a Transição

 
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(arquivos pdf)

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...só pra descontrair um pouco... mimimi, mimimi, mimimi FUDENCIO!


Fudêncio e Seus Amigos é um desenho animado de comédia da MTV Brasil. A essência do desenho é a crítica social e o politicamente incorreto, o que faz com que o desenho seja recomendado apenas a maiores de 14 anos.

Antes de virar personagem de desenho animado, Fudêncio era um boneco de borracha do programa interativo da MTV Brasil Garganta e Torcicolo, que foi ao ar em 1997 e 1998 que era estrelado pelo apresentador João Gordo. Constantemente Fudêncio era alvo das gozações de João Gordo, o qual lhe retirava a cabeça, o vestia com vestidos de boneca, enfiava facas em sua barriga e o arremessava para todos os lados.

Ficha Técnica: Direção: Pavão e Thiago Martins Roteiro: Flavia Boggio Direção de Dublagens: Ivan von Simson Produção: Andréa Fragoso Desenhos: Thiago Martins e Pavão


Personagens:

* Fudêncio - Sarcástico, macabro, cínico, sem vergonha. Fudêncio está longe de ser um herói de desenho exemplar. Em qualquer escola normal esse garotinho com tachinhas na cabeça estaria na sala da Diretoria. Mas na EESPG José Mojica Marins, Fudêncio é aclamado como herói, mesmo com seu vocabulário resumido a "mimimi mimi" (que todos entendem perfeitamente).Sempre se dando melhor que conrado nas brincadeiras Fudêncio já foi piloto,general do exercito e etc..

* Conrado - Ele deveria ser considerado o verdadeiro protagonista da série, pois a maioria das histórias gira em torno dele. Se "há males que vêm para bem", Conrado só conhece a primeira etapa desse provérbio. Conrado pode ser resumido a "um completo ímã de todos os azares e infortúnios existentes". Tem uma cabeça de caqui, freqüentemente confundida com um tomate. Para azucrinar ainda mais sua pobre vida de estudante, Conrado ainda é o alvo predileto das maldades de Fudêncio e tremendamente apaixonado por um "coleguinha" de sua classe sem suspeitar da verdadeira sexualidade de tal "coleguinha". Conrado é chamado de "maldito jovem do Reggae" pelo tenente Kevin Costa. Sempre acaba indo preso porque ninguém interpreta suas boas intenções da maneira correta. De todos os personagens do desenho parece ser o único que tem algum juízo e bom-senso na cabeça. Bordões: "Mas eu sou um caqui, pô!","Ah, vai tomar no cu, meu!" e "Eu só me fodo nessa merda!".

* Funérea - uma pós-gótica que despreza a escola, os colegas, os pais, os seres humanos, o país, toda a galáxia, o vácuo que envolve a galáxia... até mesmo seu principal fã, Fudêncio, é desprezível para a mocinha. Aliás, se você estiver gostando de Funérea pode desistir: ela também te despreza. Bordões: "Ai, que infortúnio!" e "Ninguém morre nessa merda!"

* Safeno - O próprio nome já dá a dica. Safeno não tem uma saúde muito forte. No lugar da lancheira, ele anda para lá e para cá com seu inseperável soro. Mas o coração, fígado e intestino precários não impedem esse simpático garotinho de fazer parte das aventuras de Fudêncio. Bordões: "Preciso de transfusão!", "Minha pressão vai cair!" e "Ai, não tô me agüentando mais!"

* Peruíbe - É uma versão mirim do Gerson, o brasileiro que quer levar vantagem em tudo. Ele adora planejar situações que provocam a morte de muitas pessoas - em maior parte, seus colegas de escola - e com isso aproveita para pedir brinquedos de herança. Bordão: "Aí, se vai morrer dá pra arrumar uns brinquedinhos novos pra mim?!"

* Baltazar Barata - Embora seja o tutor do endiabrado Fudêncio, Baltazar Barata é um sujeito prá lá de compreensivo. Ele também é dotado de um charme irresistível e talvez seja a única barata adorada pelas mulheres. Tanto que as reuniões de pais da escola são as mais populares entre as mulheres.

* Neguinho - Um garoto negro que se notabiliza por quase sempre ser alvo de algum preconceito racial. Sua voz é grave como de um cantor de música erudita.

* Zé Maria - Nunca esteve muito claro se Zé Maria é um menino que foi criado como menina, ou uma menina com nome de menino. Mas tudo isso tem pouca importância no universo de Fudêncio, principalmente para o caqui Conrado, que ignora esse pequeno detalhe e nutre uma grande paixão pela pessoa de seu colega.

* Popoto - Ninguém sabe ao certo a verdadeira idade de Popoto. O fato dele estar fazendo a 4ª série pela 8ª vez ajuda a supor que esse gordinho é um pouco mais velho que seus amigos. Mas, se for depender de sua "rapidez" de raciocínio, ele vai fazer a 4ª série mais algumas vezes, talvez para sempre. Em um episódio é revelado que este possui 34 anos.

* Professora Cudi - Na verdade, o nome inteiro dessa mestra do saber é Cudi Ampola, mas ela prefere ser chamada apenas por Cudi. Sua principal paixão é distribuir pontos negativos durante as aulas. Mas Fudêncio sabe enganar essa professora tão bem que se tornou seu aluno predileto. Bordão: "Ponto negativo pra vocês!"

* Policiais - Mais Conhecidos como "Os Homi", São liderados pelo Tenente Kevin Costa, essa equipe de policiais cuida da proteção da escola José Mojica Marins dos ‘Malditos jovens do Reggae’. Esse esquadrão também criou o Disk Denúncia Cabeluda, totalmente confidencial. Aliás, Woody Allen e Athayde Patrezzi já ligaram lá. Bordões (do Tenente Kevin): "Malditos jovens do reggae!" e "Teje preso!"

* Apresentador do programa fictício "No Xibiu do Brasil" - personagem sempre mostrando os furos de reportagens e as notícias ocorrendo naquele instante.

* Narrador fanho - Uma das maiores críticas sociais do programa, o Narrador Fanho está sempre acompanhado de legendas, apesar de sua fala ser compreensível. Toda vez que ele fala um palavrão, a legenda mostra outra expressão, uma crítica ao sistema de filmes legendados no Brasil, que quase nunca mostra palavrões na tela.

* Joey Ramone

* Vingativa

* Mestre dos Bofes

* Doutor Dráuzio Varióla

* Mas que porra é isso aqui

* Homem do Saco

* Motorista do Ônibus Escolar


Programas no Desenho:

Existem no desenho vários programas assistidos ou apresentados pela turma de Fudêncio (alguns deles se misturam com a vida real), são eles:

* Infortúnio - Apresentado por Funérea, no qual ela entrevista pessoas por uma televisão.

* Baltazar é um Barato - Apresentado por Baltazar Barata, onde vão pessoas para serem entrevistadas. Esse programa foi só apresentado uma vez quando Cid Pantera, Fudêncio e Conrado foram entrevistados. A platéia se mistura com animação e pessoas reais, mas o cenário inteiro existe de verdade.

* Quem sabe sabe, e Quem não sabe se Fode - O apresentador faz perguntas para os convidados de cada equipe, a cada acerto, ganham pontos. No final é realizada a "Prova Final", no qual é escolhido um jogador de cada equipe para participar, e quem ganhar vence o programa. Quando foi exibido esse programa, Conrado ganhou, mas não foi dado seu prêmio.

* Só Peruíbe Salva - Apresentado por Peruíbe, o telespectador liga por telefone, e Peruíbe tenta dar conselhos para "salvá-lo" de algum problema. É o programa mais freqüente das temporadas do Fudêncio.

* No Xibu do Brasil - Um telejornal, em que o apresentador diz as últimas notícias, geralmente relacionadas ao roteiro do desenho.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

..chegou a sua nova "Biblioteca Psieditions", clique e confira....!


...atendendo a pedidos de toda a galera do blog, do twiter e demais blogueiros, estamos lançando um blog novo, filiado ao Psieditions, este blog abrigará a imensa demanda de links de livros e afins, que não caberiam no blog atual. Muitos de nossos usuarios tem reclamado da pagina do blog estar se tornando pesada ao abrir, devido a quantidade de informação ali contida... então para melhorar nossas publicações, criamos um blog novo e descomplicado, o Biblio@Virtua, a sua biblioteca virtual toonada!